Mercado

  • Atualizado em 17/02/12

      

     

    MERCADO

     

     

     

    • Ibovespa: O Ibovespa fechou a 66.203,50 pontos registrando uma queda na semana de 3,44% (fechamento de 17/02/2012).
    • Dólar: A moeda norte-americana fechou a semana a R$ 1,7140 com uma desvalorização de 0,73% em relação ao fechamento da semana anterior.
    • Petróleo: O barril (tipo Brent) é cotado a US$ 119,430, uma alta de 1.63% com em relação a semana passada.
    • FTSE 100 (ING): 5.905,07 pontos, com uma leve alta na semana de 0,07%.
    • DAX 30 (ALE): 6.848,03 pontos, encerrando a semana com uma queda de 2,32%.

     

    EUA

     

        Indicadores

     

    • O Leading Indicators, relatório que compreende vários índices já divulgados nos Estados Unidos e serve como prévia para o desempenho da economia registrou alta de 0,4% em janeiro, o resultado veio praticamente em linha com a expectativa dos analistas (+0,5%). Em dezembro, o indicador revisado teve alta de 0,5%.
    • O IBGE informou nesta sexta-feira (17/2) que a taxa de desemprego saiu de 4,7% em dezembro para 5,5% em janeiro. A taxa, contudo, fica abaixo do observado em janeiro de 2011, quando o desemprego ficou em 6,1%. O indicador mostrou também que a quantidade de desocupados – pessoas sem trabalho que estão tentando se inserir no mercado – cresceu, em ritmo mensal, em Porto Alegre (24,8%), Recife (22,1%), Belo Horizonte (20,5%), São Paulo (16,5%) e no Rio de Janeiro (13,9%), mas ficou estável em Salvador.
    • O número de novos pedidos de auxílio-desemprego caiu em 13 mil na semana passada nos Estados Unidos, o Initial Jobless Claims registrou um total de 348 mil novos pedidos, valor inferior ao apurado na medição passada, que foi revisado para 361 mil solicitações. As estimativas de analistas apontavam para 365 mil pedidos.
    • O número de casas em início de construção nos Estados Unidos subiu 6,4% em janeiro, e ficou acima das projeções, o indicador Housing Starts registrou 699 mil casas, quantidade maior que a esperada pelo mercado (671 mil). Em dezembro, o dado ficou em 657 mil moradias. Também foi anunciado hoje o Building Permits referente ao mesmo período, mostrando que o número de autorizações para construção de novas casas recuou 0,44%, para 676 mil – levemente acima das expectativas (675 mil permissões). No mês anterior, o indicador revisado registrou 679 mil licenças.

     

    BRASIL

     

        Indicadores

     

    • A economia brasileira teve expansão de 2,79% em 2011, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Os dados possuem ajuste sazonal. O indicador é uma prévia do BC para o Produto Interno Bruto (PIB) do país, cujos dados oficiais serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia 6 de março. No ano de 2010, o Produto Interno Bruto teve expansão de 7,5%, segundo o IBGE.
    • O governo brasileiro irá contingenciar cerca de R$ 50 bilhões em gastos em seu Orçamento de 2012 para ajudar a cumprir suas metas fiscais, afirmou nesta quarta-feira (15/2) o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. “Será algo em torno de R$ 50 bilhões para este ano, talvez um pouco mais”, afirmou Pimentel à Reuters durante visita oficial a Dubai. “O governo sempre anuncia um contingenciamento do Orçamento no começo do ano, é uma medida de precaução.” Ele acrescentou: “Nós estamos mantendo nossa dívida pública sob rigoroso controle para evitar o que aconteceu na Europa. É por isso que há um contingenciamento preventivo do Orçamento como esse.”

     

    MUNDO   

     

    • A agência de classificação de risco Moody’s rebaixou a nota de crédito da Espanha, Portugal e Itália, além de outras economias europeias, e reduziu a perspectiva da nota da França. A ação era esperada desde o ano passado. Em novembro, a Moody’s havia alertado para um rebaixamento de diversas economias do euro, diante da crise da dívida que atinge esses países. A Moody’s cortou a nota da Itália em um nível, para “A3″, de Portugal, também em um nível, para “Ba3″, e da Espanha, em dois níveis, para “A3″. Além disso, sofreram cortes a Malta (para “A3″), Eslováquia (para “A2″) e Eslovênia (para “A2″). A agência manteve a Áustria, a França e o Reino Unido com avaliação “Aaa”, a mais alta da escala, mas reduziu a perspectiva para “negativa” – o que indica que poderá ocorrer um corte na nota em até dois anos. A agência justificou que um dos motivos do rebaixamento é a incerteza de que a Zona do Euro possua instituições capazes de lidar com a atual crise.
    • A agência também ameaçou cortar as notas de crédito de diversos bancos europeus, no total, são 114 instituições financeiras sob revisão, em 16 países – incluindo os maiores bancos do continente. Dentre os bancos franceses, estão sob vigilância o BNP Paribas, Crédit Agricole, Societé Générale e o Natixis. Também podem ser rebaixados os alemães Deutsche Bank e Commerzbank, bem como os bancos suíços UBS e Crédit Suisse. Na Espanha, o BBVA e o Santander integram a lista, além de seis bancos portugueses. Também estão sob ameaça de cortes as principais instituições financeiras do Reino Unido, o RBS, Barclays e HSBC.
    • O Tesouro português realizou nesta quarta-feira (15/2) emissão de € 3 bilhões em títulos de curto prazo, distribuídos em três leilões. Trata-se da maior emissão de dívida de curto prazo já realizada pelo país em um único dia. Na emissão de títulos com vencimento em 3 meses, o Tesouro colocou € 300 milhões com taxa de 3,845% e contou com uma procura 10,3 vezes acima da oferta.
    • O PIB da Espanha teve contração de 0,3% no último trimestre de 2011, no trimestre anterior, a economia havia apresentado estagnação.


     

    fonte: PRIVATTO investimentos

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