Acisa promove reunião-almoço com o tema Brasil: crise ou oportunidade?

Acisa promove reunião-almoço com o tema Brasil: crise ou oportunidade?

A Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agronegócio (Acisa) de Passo Fundo convida para reunião-almoço, na próxima terça-feira, 19 de setembro, com o tema “Brasil: crise ou oportunidade?”. O palestrante será Mateus Bandeira, que foi CEO da Falconi Consultores e atuou como presidente do Banrisul e secretário de Planejamento do RS. A atividade será na Acisa (Av. General Neto, 443 – 5º andar, Centro), a partir das 11h45min.

Os ingressos devem ser adquiridos antecipadamente na sede da entidade. Os valores são de R$ 60,00 para associados e R$ 70,00 para não sócios. Na hora, os ingressos custam R$ 70,00 para associados e R$ 80,00 para não sócios e estão sujeitos a indisponibilidade. Mais informações pelo telefone (54) 3311-1300 ou www.acisa.org.br.

Sobre o palestrante:

Mateus Bandeira é mestre em Administração (MBA) pela The Wharton School – University of Pennsylvania, e concluiu, na Harvard Business School, o programa OPM – Owners and Presidents Management Program. Atuou como CEO e Managing Partner da Falconi Consultores, maior consultoria de gestão do Brasil, de janeiro de 2011 a março de 2017. Antes, foi presidente do Banrisul e secretário estadual do Planejamento e Gestão, no governo Yeda Crusius. Atualmente, faz parte do Conselho em Administração do Banco Pan, do Hospital Moinhos de Vento, da empresa Terra Santa S.A., produtora de grãos e fibra, e do Conselho Curador da Fundação Estudar. Em abril deste ano, foi eleito para o Conselho de Administração do Banrisul pelos acionistas privados.

Mateus defende o princípio da igualdade, as liberdades individuais com responsabilidade, o livre mercado e o indivíduo como agente de mudanças. Segundo ele, o Estado deve cumprir somente com suas funções basilares, que são o acesso à educação e à saúde e oferecer uma segurança de qualidade aos cidadãos. Além disso, deve proporcionar o ambiente adequado ao desenvolvimento dos setores produtivos, com o mínimo de intervenção estatal.

No campo político, ele acredita que o cidadão não deve financiar campanhas de candidatos, tampouco partidos. Defende o fim do financiamento público de campanha e o fim do fundo partidário. "É uma violência tirar R$ 3,6 bilhões da sociedade para bancar campanha de candidatos que não a representam", afirma.

Galeria de Fotos